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DO PRIMEIRO CHORO AOS DIAS ATUAIS

1970

No dia 31 de agosto na Ladeira de São João, Cidade de Salvador, Bahia, estreava nos palcos da vida Carla Virgínia Soares Fernandes. E como sua mãe gostava de afirmar: “Carla começou a cantar desde que deu o primeiro choro” e assim marca a sua entrada na família de cantoras Visi, pois é bisneta, neta e filha de cantoras.

1980

Durante a infância e a adolescência a música sempre esteve presente na vida de Carla. O sublime, o belo, o poético, o protesto, o sofrimento, a tristeza, tudo ela encontrava nas canções. A sua maior referência foi Elis Regina e D. Inaiá Visi, a sua mestra. Ela sempre me dizia: “Minha filha, feche os olhos, sinta a música e solte a voz”.

1987

E foi soltando a voz que aos 17 anos, durante uma palhinha inocente em um bar perto de sua casa, que Carla Virgínia se tornou cantora profissional e ganhou seu primeiro cachê. Deste momento em diante, não parou mais. A cantoria não impediu que Carla passasse no vestibular de jornalismo da UFBA, onde teve o primeiro contato com a arte comunicação.

1990

Passou a integrar a banda baiana Cia Clic, substituindo a cantora Daniela Mercury. Durante os cinco anos que permaneceu na Cia Clic, Carla teve um grande aprendizado. Os integrantes da banda criavam e participavam de todas as decisões e juntos fizeram os dois últimos discos do grupo.

1995

Carla resistiu inicialmente ao convite da banda Cheiro de Amor, porque não queria que a Cia Clic acabasse, e por ter receios de como uma grande banda baiana trabalhava. O sucesso nos palcos e trios elétricos pelo Brasil acabou sendo alcançado através de muito trabalho e profissionalismo. Com a cançao “Vai sacudir, vai abalar” (1996), veio o reconhecimento nacional. Gravou 4 CDs com a banda sendo que o segundo, “Cheiro ao Vivo”, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias. A música da banda Cheiro de Amor na voz de Carla chegou Europa, Estados Unidos e América do Sul.

2000

Carla aceitou o convite e o desafio de fazer carreira solo. Apesar do sucesso do grupo, ela estava ansiosa para trilhar novos caminhos e poder se livrar dos rótulos e limitações que envolviam sua carreira. O primeiro solo foi um projeto da Universal e MZA Music, dirigido e idealizado por Mazzola. No disco “Só chamei porque te amo – Carla Visita Gilberto Gil” (2001), “um compositor de linguagem universal e raízes tão fortes que sua grande árvore sempre nos dá sombra e bons frutos”, afirma a cantora. O repertório primoroso resultou de uma pesquisa da discografia de Gil da década de 60 até meados de 80 e contou com arranjos de César Camargo Mariano, Lincoln Olivetti, Zeca Baleiro, além do talento da nova geração de arranjadores da Bahia: Cesário Leone, Radamés, Gérson Silva, Luciano Calazans e a genialidade percussiva de Ramiro Mussoto.

2003

Depois de um longo processo de reintegração de curso, Carla retorna sala de aula na Faculdade de Comunicação da UFBA (Universidade Federal da Bahia). “A música é minha comunicação maior e o jornalismo me faz pensar a palavra, a comunicação”, explica Carla Visi. No mesmo ano, Inaiá Visi, mãe e mestra de Carla, falece.

2004

A convite da Latina e da RCA Victor japonesa, Carla Visi produz o disco Por Todo Canto e realiza uma turnê na Europa e Japão. Por Todo Canto foi o seu primeiro disco independente cuja musicalidade mais universal busca mostrar um Brasil de ritmia rica e “moderna”. André T faz a direção e talentosos músicos criam essa linguagem aplaudida por todo canto que passou.

2006

Nasce de parto normal em Salvador da Bahia, a filha de Carla, Sarah Fernandes Faria Lima. Palavras da Carla mãe: “Não há mulher no mundo que não se sinta poderosa depois de gestar, parir e alimentar um novo ser. Ser este que desde pequeno transforma completamente sua visão de mundo e nos faz perceber quais são as verdadeiras prioridades… prioridade 1, 2 e 3: ser feliz, ser feliz, ser feliz”.

2007

Carla Visi ou Carla Virginia Soares Fernandes se forma em jornalismo pela Universaidade Federal da Bahia. E começa a gravar o CD Carla Visi e Eu que não chegou s lojas por questões burocráticas, mas os internautas podem conferir algumas canções desse trabalho que pretende unir uma das melhores cantoras da Bahia ao estilo que a consagrou. Axé!!

2009

Viagens pelo mundo. Depois de uma certa ausência dos vôos internacionais para cuidar da filha, Carla retoma com chave de ouro os shows no exterior. Representa a alegria, a festa e a música da Bahia no primeiro Brazilian Day London. Neste mesmo ano também participou da Lavage de la Madeleine em Paris e cantou com J Veloso e Clifton Davis na 24th ART EXPO em Filadélfia. Isso depois de participar por um ano do projeto EME XXI com suas amigas Catia Guimma e Marcia Short.

2011

Mais uma vez Carla representa a musicalidade e a alegria baianas na primeira edição do Brazilian Day Portugal. Toda uma atmosfera de retorno do samba, chorinho, chula para as noites brasileiras, principalmente na Bahia e o reconhecimento da Orkestra Rumpilezz do seu amigo Letieres Leite inspiram Carla a pensar um novo conceito de MMB (música mestiça brasileira).

2013

Carla Visi canta Clara Nunes em Pura Claridade, projeto que começou a partir do convite do pesquisador musical e amigo Ricardo Pinheiro.”Em 2012, ele esteve em Salvador na véspera do meu aniversário, me deu um livro, a biografia de Clara Nunes, e então me convidou para gravar este disco. Eu me assustei porque achei que ele chamaria uma cantora de samba. Clara fez 30 anos de morte dia 3 de abril e minha mãe 4 de abril. Esse trabalho, para mim, acaba sendo também uma homenagem a minha mãe”. Ainda este ano Carla é convidada a cantar o Hino Nacional na Abertura do Brazilian Day New York e a participar da já famosa Lavagem da Rua 46, também em NYC.

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